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Kalu
Tata
Sou Danielle Kioshima Romais, mas todo mundo me conhece como Dani, Dani Sapoo, Daninha, Japinha e outros apelidos carinhosos que adquiri ao longo da vida. Sou casada há 14 anos com o Jeff Romais. Tenho 32 anos e sou a mãe do Kiyo, menino de 3 anos, feliz, esperto e saudável. Sou bióloga por formação e apaixonada pelas questões ambientais, principalmente no que tange a conservação ambiental. Atualmente estou cursando o mestrado em Ciências Ambientais na Florida Atlantic University nos EUA, mas meu coração ainda vive em Curitiba, minha terrinha. Desde que o Kiyo chegou em minha vida, vou aprendendo novas formas de lidar com o mundo incrível da maternidade. A maternidade me transformou. Aprendi muito durante esses 3 primeiros anos, mas tenho certeza que preciso aprender muito mais. Clique aqui para conhecer nossa família e aqui para ler meu texto dessa semana no Mamíferas.




por: KaluE a Dor do Parto Natural?
Com massagem, liberdade de andar, comer e beber água, usar o chuveiro e ficar na posição que desejar ajuda a enfrentar a dor com muito mais tranquilidade. A questão é que muitas mulheres que tiveram parto normal com intervenções receberam ocitocina que faz as contrações ficarem bem dolorosas (150 vezes maiores que sem o uso do hormônio artificial), além de terem que permanecer imóveis, deitadas durante o TP (que faz a dor aumentar). Isso contribui para aumentar o imaginário que somos loucas de aguentar a dor. A verdade é que com estes métodos não farmacológicos as sores ficam toleráveis.
E por que escolher um parto Natural?
Para receber seu filho sem nenhum medicamento, para que você esteja inteira para segurá-lo ao nascer e dar de mamar no primeiro momento. Afinal, a anestesia também chega até o bebê, que nasce mais molinho que um bebê nascido de parto natural. E você, sem efeito dos medicamentos, pode estar ativa para o primeiro encontro com o grande amor da sua vida. É importante também escolher um hospital ou instituição que seja aberto para este tipo de parto e pensar nos procedimentos desnecessários que o bebê passa ao nascer, que podem ser evitados. E sem a dor e efeitos de uma cesárea ou de um parto normal cheio de intervenções você estará inteira para cuidar do seu pequeno nos primeiros dias de vida.
Na sexta vou falar como saber se seu médico não vai te enganar, procedimentos padrão do recém-nascido e indicar ONGs de humanização no país para que você possa procurar e saber das possibilidades de ter um parto humanizado dentro da estrutura de sua cidade. Se tiverem indicações de sites, ONGs, doulas, escrevam nos comentários. E aproveitem para fazer perguntas específicas sobre parto humanizado para serem respondidas no fim da semana.
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por: Kalu